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terça-feira, 7 de abril de 2009

Peixes da Amazônia

Peixes da Amazônia
Peixes da Amazonia - Acará-açu


Nome popular: Acará-açu, Apaiari/Oscar Nome científico: Astronotus spp.

Habitat: Bacias Amazônica, Araguaia-Tocantins e Prata. Foi introduzido nos açudes do Nordeste e na bacia do Rio São Francisco.

Saiba mais: Peixe de escamas. São onívoros, com forte tendência carnívora, consumindo pequenos peixes, insetos, crustáceos e frutos e sementes. Vivem principalmente em lagos de várzea e lagoas marginais. Não são migradores. Atingem a maturidade por volta de 10 a 12 meses e desovam mais de uma vez por ano, com cerca de 1.500 a 2.000 ovos por desova. Formam casais na época da reprodução e protegem a prole. Os adultos são bastante apreciados como alimento e os alevinos como peixe ornamental.

Equipamento e isca: Varas de ação leve, linhas de 8 a 12 libras; anzóis de nº 12 a 20. As iscas podem ser pedaços de peixes, minhoca, minhocuçu, miúdos de frango, insetos e iscas artificiais de superfície e meia água, como pequenos plugs e spinners.

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Peixes da Amazonia - Apapá


Nome popular: Apapá Nome científico: Pellona castelnaeana

Habitat: Vivem em águas amazônicas, onde preferem os rios de águas rápidas e cristalinas, onde se alimentam de insetos e pequenos peixes.

Técnicas de pesca: Podem ser pescados tanto com iscas naturais como com iscas artificiais, sendo que o equipamento a ser utilizado deve ser de ação média, composto por uma vara para linhas 10 a 20Lbs e molinete ou carretilha com capacidade para 100m de linha de 0,35mm de diâmetro. As melhores iscas naturais são pequenos peixes inteiros ou em pedaços, normalmente iscados sem chumbo, sendo que neste caso deve-se usar anzóis de tamanho médio, 2/0 a 4/0. As melhores iscas artificiais são: plugs de meia água, plugs de superfície, colheres e spinners. Como pode-se notar na ilustração, o Apapá tem a boca voltada para cima, provando que ele se alimenta de pequenos insetos e peixes que vivem na superfície da água. Por isso deve-se trabalhar as iscas bem rente à linha d` água.

Dica: Ao sentir o Apapá atacar a isca, de duas ou três fisgadas fortes para facilitar a fixação do anzol na boca dura do peixe.

Melhores épocas: Podem ser capturados durante todo o ano, sendo melhores as épocas de seca, quando os rios estão dentro da sua caixa, facilitando a localização do peixe que, nas épocas de cheia, está dentro dos igarapés, onde não se pode arremessar a isca.

Tamanho mínimo: Liberado.

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Peixes da Amazonia - Aruanã


Nome popular: Aruanã Nome científico: Osteoglossum bicirrhosum.

Habitat: Bacias Amazônica e Araguaia-Tocantins.

Saiba mais: Peixe de escamas. Ele vive na beira dos lagos, ao longo dos igapós ou dos capins aquáticos, sempre à espreita de insetos (principalmente besouros) e aranhas que caem na água. É provavelmente o maior peixe do mundo cuja dieta é constituída principalmente por insetos e aranhas. Nada logo abaixo da superfície com os barbilhões projetados para a frente, mas a função dos barbilhões ainda é desconhecida. Em águas pouco oxigenadas, os barbilhões podem ser utilizados para conseguir oxigênio na superfície da água. O aspecto mais característico do comportamento alimentar do aruanã é a habilidade de saltar fora d'água e apanhar as presas ainda nos troncos, galhos e cipós. Um indivíduo adulto pode saltar mais de 1 metro fora d'água. A espécie se reproduz durante a enchente, e os machos guardam os ovos e larvas na boca. Os alevinos alcançam alto valor comercial como peixe ornamental.

Equipamento e isca: O equipamento deve ser do tipo médio; linhas 12, 14 e 17 libras; anzóis 1/0 a 3/0. Este peixe pode ser capturado tanto com iscas naturais (peixes, camarão, insetos, etc) como com artificiais (plugs de superfície e meia água e colheres).

Dica: É mais fácil capturar o aruanã na beira dos lagos e lagoas, nas proximidades de troncos e plantas aquáticas. O aruanã costuma dar saltos espetaculares quando capturado, e o pescador precisa ter muita atenção ao retirar o anzol do peixe para não se ferir.

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Peixes da Amazonia - Barbado


Nome popular: Barbado Nome científico: Pinirampus pirinampu.

Habitat: Bacias Amazônica, Araguaia-Tocantins e Prata.

Saiba mais: Peixe de couro. A espécie é comum ao longo da beira dos rios, na frente de vilas e cidades, e, por esse motivo, é importante para a pesca de subsistência. Inclui vários itens alimentares em sua dieta, mas costuma ser um piscívoro bastante voraz quando ataca peixes presos nas redes. No Rio Madeira, na Cachoeira do Teotônio, cardumes de barba-chata aparecem em novembro e dezembro.

Equipamento e isca: O equipamento é do tipo médio/pesado, montado com chumbo, para manter a isca no fundo. As linhas mais apropriadas são de 17, 20 e 25 libras e os anzóis de nº 4/0 a 8/0.

Dica: é um peixe que briga muito. Deve ser colocado no gelo logo após capturado porque estraga facilmente.

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Peixes da Amazonia - Bicuda


Nome popular: Bicuda Nome científico: Boulengerella spp.

Habitat: Bacias Amazônica e Araguaia-Tocantins.

Saiba mais: Peixe de escamas. São de mar alto e profundo, assim como de superfície e meia água, encontrados em áreas de correnteza ao longo da beira dos rios, boca de igarapés e nos lagos. Não formam grandes cardumes e não fazem migrações de desova. São extremamente piscívoros e vorazes, assim como muito esportivos, chegando a saltar fora d'água antes de se entregar. Não tem importância comercial.

Equipamento e isca: Os equipamentos médio e médio/pesado são os mais indicados, sendo que as varas devem ser de ação rígida, já que a cartilagem da boca deste peixe é bem difícil de ser perfurada. As linhas devem ser de 14, 17 ou 20 libras, e os anzóis de nº 3/0 a 5/0. As iscas artificiais, como plugs de superfície e meia água, colheres e spinners, são as mais utilizadas na captura da bicuda, que também ataca iscas naturais, como peixes pequenos ou em pedaços.

Dica: A fricção deve estar bem regulada, porque a bicuda costuma levar muita linha quando fisgada. O anzol deve estar bem afiado, porque se o peixe não for bem fisgado pode se desvencilhar do anzol durante os saltos.

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Peixes da Amazonia - Cachara


Nome popular: Cachara Nome científico: Pseudoplathystoma fasciatum Habitat: As Cacharas freqüentam rios, lagoas, igarapés, desde a Amazônia até o Pantanal Mato-grossense. Freqüentam os locais de águas mais lentas, próximas a camalotes (aguapés) onde espreitam suas presas e , ao mesmo tempo, tem refúgio dos seus predadores.

Técnicas de pesca: Deve-se utilizar equipamento médio/pesado, pois este peixe pode alcançar 1,20m de comprimento e pesar até 20 Kg. Deve-se utilizar uma vara para linhas de 10 a 30Lbs, a carretilha ou o molinete deve comportar 100m de linha de 0,50mm de diâmetro, sendo que na ponta da linha deve-se usar um empate ou encastoado e anzóis com tamanho variando de 6/0 a 10/0. As iscas mais utilizadas são as de pequenos peixes da região em que se está pescando, como as tuviras (morenitas), piaus, jejus, muçuns, etc.

Pode-se também pescar com iscas artificiais que trabalham bem rente ao fundo, utilizando-se o mesmo equipamento das iscas naturais.

Procede-se parando-se o barco a aproximadamente 20m do local em que se quer arremessar. Após tocar o fundo, deve-se manter a linha esticada, ficando à espera de pequenos toques que serão seguido de uma corrida longa. Quando a vara abaixar com a corrida do peixe, fisgue vigorosamente duas vezes para que o anzol fixe bem.

Dica: Tome cuidado com os ferrões laterais, pois estes podem causar graves ferimentos no pescador descuidado.

Melhores épocas: Pode ser capturado de fevereiro à outubro, sendo melhor as épocas de seca.

Tamanho mínimo: 80cm

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Peixes da Amazonia - Tambaqui



Nome Científico: Colossoma macropomum

Local de Origem: América do Sul – Bacia do Rio Amazonas

Generalidades: É o segundo maior peixe de escamas no Brasil (o primeiro é o pirarucu),
podendo atingir até 55 kg. No ambiente natural alimenta-se de frutos, folhas
e caules. Esta espécie apresenta bom desempenho em cultivo, principalmente
em regiões de clima quente. O cruzamento do macho do Pacu com a fêmea
do Tambaqui produz o Tambacu, um híbrido interessante para o cultivo.

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Peixes da Amazonia - Matrinxã ou Matrinchã



Nome Científico: Brycon cephalus

Local de Origem: Bacia Amazônica

Generalidades: Esta espécie apresenta muito canibalismo na fase inicial.
As larvas são vorazes e possuem uma boca bem desenvolvida logo após seu nascimento. Os jovens e adultos aceitam bem as rações comerciais. São de rápido crescimento, atingindo peso comercial com 7 a 8 meses de cultivo. É uma espécie altamente esportiva e de boa aceitação nos pesqueiros. É considerado um dos peixes mais saborosos da Bacia Amazônica.


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Peixes da Amazonia - Pirarucu



Nome Científico: Arapaima gigas

Local de Origem: Bacias Amazônica e Araguaia-Tocantins

Generalidades: O Pirarucu pode vir a ser uma espécie importante para apiscicultura, pois além da carne saborosa possui um crescimento muito rápido. Este exemplar atingiu 8 quilos em 11 meses de criação.Esta espécie está ameaçada de extinção. Este exemplar é oriundo decriação em cativeiro na região de Belém (PA) e cresceu no Sítio Centenário no Município de Cerquilho (SP), em um projeto de parceria com o Instituto de Pesca. Possui respiração aérea e, na natureza, alimenta-se de outros peixes. Na criação comercial é treinado a consumir ração extrusada.

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Peixes da Amazonia - Traíra



Nome Científico: Hoplias malabaricus

Local de Origem: Bacias Amazônica, Araguaia-Tocantins, São Francisco,do Prata, Sul, Sudeste e Nordeste do Brasil.

Generalidades: Peixe de escama, predador voraz, carne saborosa e de corque varia do marrom ao preto manchado de cinza. Atinge até 60 cm de comprimento e 3 kg de peso. Desova no fundo dos rios e protege os filhotes. A carne é saborosa, mas apresenta muitos espinhos.

segunda-feira, 23 de março de 2009

A Arara-Azul-Grande

Espécie: Anodorhynchus hyacinthinus
Gênero: Anodorhynchus
Família: Psittacidae
Ordem: Psittaciformes
Classe: Aves
Filo: Chordata
Reino: Animalia
Estado de conservação: Em perigo (ameaçado)
Habitat: matas brasileiras (Amapá, Amazonas, Bahia, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Pará, Piauí, Paraná, Santa Catarina, São Paulo e Tocantins)

Características Físicas:
Plumagem azul com anel amarelo em torno dos olhos; fita amarela no bico; bico parece maior que a própria cabeça; alimenta-se de frutas, sementes, insetos e pequenos vertebrados.

Informações Interessantes:
Os filhotes ficam cerca de três meses e meio no ninho, sob cuidado dos pais, até o primeiro voo; vivem com os pais até um ano e meio; a separação é gradativa.

Reprodução:
Pronta para reprodução aos 3 anos de idade; época fértil de janeiro a novembro; gestação de 30 dias; dois filhotes por vez.

Risco de extinção:
Essa ave está atualmente ameaçada de extinção, sendo as principais causas a caça, o comércio clandestino, no qual as aves são capturadas enquanto filhotes, ainda no ninho e a degradação em seu habitat natural através da destruição atrópica.

Fonte: Wikipédia

quarta-feira, 18 de março de 2009

O Urso Polar


Espécie: Ursus Maritimos
Gênero: Ursus
Família: Ursidae
Origem: Carnívora
Classe: Mammalia
Filo: Chordata
Reino: Animalia
Outros nomes: Urso- Branco
Estado de conservação: Vulneráve
l
Habitat: região do Ártico (Groêlandia, Norte da Rússia, Alaska, Norte do Canadá e da Noruega).
Peso:
Machos: 300 a 400 Kg (mas podem atingir 700 Kg!)
Fêmeas: 200 a 300 Kg
Filhote recém-nascido: 0,6 a 0,7 Kg (menos de 1 Kg!)
Altura: até 3,00 m (macho) ou 2,10 m (fêmea)
Características Físicas:
Camada de gordura subcutânea de até 15 cm; corpo adaptado para a água e o frio; olhos e orelhas pequenos e arredondados; é o urso que mais se alimenta de carne; as patas dianteiras são mais largas para facilitar a natação; crânio e pescoços alongados em comp
aração com outros ursos; as solas dos pés tem vacúolos e papilas para facilitar o deslocamento sobre o gelo; pelagem branca cobre todo o corpo, inclusive as patas, para isolamento térmico; a pelagem é composta de uma densa camada de subpêlos (de 5 cm de espessura) e os pelos externos (15 cm de espessura); a oxidação pela ação do sol faz a pelagem assumir uma coloração amarelada no verão; a pelagem fornece um isolamento térmico tão perfeito que ele não produz imagem no infravermelho (não libera calor do corpo), chegando a causar super-aquecimento do animal em temperaturas maior a 1O graus celsisus; a pele e o fucinho são pretos.

Informações Interessantes:
Excelentes nadadores; podem percorrer 80 Km sem descanso; hábitos diurnos; solitário (não convive em família); extremamente higiênicos (limpam-se durante um longo tempo após as refeições, utilizando as patas, a língua e a neve para tal tarefa); os machos adultos podem atacar os filhotes, de forma que estes são constantemente protegidos pela mãe; ele não chega a hibernar, apenas reduz a atividade física no inverno, consumindo suas reservas de energia no inverno se necessário; sua principal presa é a foca; alimenta-se também de aves, roedores, moluscos, caran
gueijos, morsas, belugas, carcaças encontradas, raízes (no final do verão) e mais raramente, caça até outros ursos-polares!; é um caçador poderoso tanto em terra quanto no mar, pois é bom nadador e corredor.

Reprodução:

Acasalamento entre março e junho; gestação de 200 a 265 dias; as crias nascem entre novembro e janeiro e vivem no abrigo com a mãe até os dois anos de idade; nascem cegos e só desenvolvem a visão mais tarde; possui só quatro mamas, motivo pelo qual só tem no máximo quatro filhotes por gestação (a média é de dois); uma ursa-polar só está apta a engravidar uma vez a cada três anos (a fêmea só tem, portanto, cinco ninhadas no máximo em toda a sua vida, é um dos mamíferos de mais baixa capacidade de reprodução); a partir dos quatro anos já são capazes de procriar. Vivem em média de 15 a 18 anos.

Risco de extinção:
Considerado baixo, porém, tende a piorar nos próximos anos, devido a variações climáticas, que causam degelo e aumento do verão, obrigando a procurar alimento perto de regiões habitadas, entrando em conflito com a espécie humana. Tende a ser afetado por atividades de turismo e esporte na neve (que invadem seu habitat natural) e atividades de extração de minérios e petróleo, além da poluição ambiental. Como está no topo da cadeia alimentar, os poluentes ingeridos pelos seres que fazem parte de sua dieta se acumulam no corpo do urso-polar, após se alimentar dos mesmos, trazendo para ele um grande risco de intoxicação, envenenamento e outros efeitos causados pela poluição. População estimada de 22000 a 27000, a maioria no norte do Canadá.

Fonte: wikipédia