Bipolar
Transtornos relacionados por semelhança ou classificação
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Informações complementares Lítio e Carbamazepina Mania pelos Antipressivos Lamotrigina para Mania Combinação de Medicações Lítio e Valproato Psicoterapia Preditores Sociais
O que é?
Características
Tipos
Fase Maníaca
Fase Depressiva
Exemplo
Sintomas
Causas
Tratamento
Generalidades
O que é?
O transtorno afetivo bipolar era denominado até bem pouco tempo de psicose maníaco-depressiva. Esse nome foi abandonado principalmente porque este transtorno não apresenta necessariamente sintomas psicóticos, na verdade, na maioria das vezes esses sintomas não aparecem. Os transtornos afetivos não estão com sua classificação terminada. Provavelmente nos próximos anos surgirão novos subtipos de transtornos afetivos, melhorando a precisão dos diagnósticos. Por enquanto basta-nos compreender o que vem a ser o transtorno bipolar. Com a mudança de nome esse transtorno deixou de ser considerado uma perturbação psicótica para ser considerado uma perturbação afetiva.
A alternância de estados depressivos com maníacos é a tônica dessa patologia. Muitas vezes o diagnóstico correto só será feito depois de muitos anos. Uma pessoa que tenha uma fase depressiva, receba o diagnóstico de depressão e dez anos depois apresente um episódio maníaco tem na verdade o transtorno bipolar, mas até que a mania surgisse não era possível conhecer diagnóstico verdadeiro. O termo mania é popularmente entendido como tendência a fazer várias vezes a mesma coisa. Mania em psiquiatria significa um estado exaltado de humor que será descrito mais detalhadamente adiante.
A depressão do transtorno bipolar é igual a depressão recorrente que só se apresenta como depressão, mas uma pessoa deprimida do transtorno bipolar não recebe o mesmo tratamento do paciente bipolar.
Características
O início desse transtorno geralmente se dá em torno dos 20 a 30 anos de idade, mas pode começar mesmo após os 70 anos. O início pode ser tanto pela fase depressiva como pela fase maníaca, iniciando gradualmente ao longo de semanas, meses ou abruptamente em poucos dias, já com sintomas psicóticos o que muitas vezes confunde com síndromes psicóticas. Além dos quadros depressivos e maníacos, há também os quadros mistos (sintomas depressivos simultâneos aos maníacos) o que muitas vezes confunde os médicos retardando o diagnóstico da fase em atividade.
Tipos
Aceita-se a divisão do transtorno afetivo bipolar em dois tipos: o tipo I e o tipo II. O tipo I é a forma clássica em que o paciente apresenta os episódios de mania alternados com os depressivos. As fases maníacas não precisam necessariamente ser seguidas por fases depressivas, nem as depressivas por maníacas. Na prática observa-se muito mais uma tendência dos pacientes a fazerem várias crises de um tipo e poucas do outro, há pacientes bipolares que nunca fizeram fases depressivas e há deprimidos que só tiveram uma fase maníaca enquanto as depressivas foram numerosas. O tipo II caracteriza-se por não apresentar episódios de mania, mas de hipomania com depressão.
Outros tipos foram propostos por Akiskal, mas não ganharam ampla aceitação pela comunidade psiquiátrica. Akiskal enumerou seis tipos de distúrbios bipolares.
Fase maníaca
Tipicamente leva uma a duas semanas para começar e quando não tratado pode durar meses. O estado de humor está elevado podendo isso significar uma alegria contagiante ou uma irritação agressiva. Junto a essa elevação encontram-se alguns outros sintomas como elevação da auto-estima, sentimentos de grandiosidade podendo chegar a manifestação delirante de grandeza considerando-se uma pessoa especial, dotada de poderes e capacidades únicas como telepáticas por exemplo. Aumento da atividade motora apresentando grande vigor físico e apesar disso com uma diminuição da necessidade de sono. O paciente apresenta uma forte pressão para falar ininterruptamente, as idéias correm rapidamente a ponto de não concluir o que começou e ficar sempre emendando uma idéia não concluída em outra sucessivamente: a isto denominamos fuga-de-idéias.. O paciente apresenta uma elevação da percepção de estímulos externos levando-o a distrair-se constantemente com pequenos ou insignificantes acontecimentos alheios à conversa em andamento. Aumento do interesse e da atividade sexual. Perda da consciência a respeito de sua própria condição patológica, tornando-se uma pessoa socialmente inconveniente ou insuportável. Envolvimento em atividades potencialmente perigosas sem manifestar preocupação com isso. Podem surgir sintomas psicóticos típicos da esquizofrenia o que não significa uma mudança de diagnóstico, mas mostra um quadro mais grave quando isso acontece.
Fase depressiva
É de certa forma o oposto da fase maníaca, o humor está depressivo, a auto-estima em baixa com sentimentos de inferioridade, a capacidade física esta comprometida, pois a sensação de cansaço é constante. As idéias fluem com lentidão e dificuldade, a atenção é difícil de ser mantida e o interesse pelas coisas em geral é perdido bem como o prazer na realização daquilo que antes era agradável. Nessa fase o sono também está diminuído, mas ao contrário da fase maníaca, não é um sono que satisfaça ou descanse, uma vez que o paciente acorda indisposto. Quando não tratada a fase maníaca pode durar meses também.
Exemplo de como um paciente se sente
...Ele se sente bem, realmente bem..., na verdade quase invencível. Ele se sente como não tendo limites para suas capacidades e energia. Poderia até passar dias sem dormir. Ele está cheio de idéias, planos, conquistas e se sentiria muito frustrado se a incapacidade dos outros não o deixasse ir além. Ele mal consegue acabar de expressar uma idéia e já está falando de outra numa lista interminável de novos assuntos. Em alguns momentos ele se aborrece para valer, não se intimida com qualquer forma de cerceamento ou ameaça, não reconhece qualquer forma de autoridade ou posição superior a sua. Com a mesma rapidez com que se zanga, esquece o ocorrido negativo como se nunca tivesse acontecido nada. As coisas que antes não o interessava mais lhe causam agora prazer; mesmo as pessoas com quem não tinha bom relacionamento são para ele amistosas e bondosas.
Sintomas (maníacos):
Sentimento de estar no topo do mundo com um alegria e bem estar inabaláveis, nem mesmo más notícias, tragédias ou acontecimentos horríveis diretamente ligados ao paciente podem abalar o estado de humor. Nessa fase o paciente literalmente ri da própria desgraça.
Sentimento de grandeza, o indivíduo imagina que é especial ou possui habilidades especiais, é capaz de considerar-se um escolhido por Deus, uma celebridade, um líder político. Inicialmente quando os sintomas ainda não se aprofundaram o paciente sente-se como se fosse ou pudesse ser uma grande personalidade; com o aprofundamento do quadro esta idéia torna-se uma convicção delirante.
Sente-se invencível, acham que nada poderá detê-las.
Hiperatividade, os pacientes nessa fase não conseguem ficar parados, sentados por mais do que alguns minutos ou relaxar.
O senso de perigo fica comprometido, e envolve-se em atividade que apresentam tanto risco para integridade física como patrimonial.
O comportamento sexual fica excessivamente desinibido e mesmo promíscuo tendo numerosos parceiros num curto espaço de tempo.
Os pensamentos correm de forma incontrolável para o próprio paciente, para quem olha de fora a grande confusão de idéias na verdade constitui-se na interrupção de temas antes de terem sido completados para iniciar outro que por sua vez também não é terminado e assim sucessivamente numa fuga de idéias.
A maneira de falar geralmente se dá em tom de voz elevado, cantar é um gesto freqüente nesses pacientes.
A necessidade de sono nessa fase é menor, com poucas horas o paciente se restabelece e fica durante todo o dia e quase toda a noite em hiperatividade.
Mesmo estando alegre, explosões de raiva podem acontecer, geralmente provocadas por algum motivo externo, mas da mesma forma como aparece se desfaz.
A fase depressiva
Na fase depressiva ocorre o posto da fase maníaca, o paciente fica com sentimentos irrealistas de tristeza, desespero e auto-estima baixa. Não se interessa pelo que costumava gostar ou ter prazer, cansa-se à-toa, tem pouca energia para suas atividades habituais, também tem dificuldade para dormir, sente falta do sono e tende a permanecer na cama por várias horas. O começo do dia (a manhã) costuma ser a pior parte do dia para os deprimidos porque eles sabem que terão um longo dia pela frente. Apresenta dificuldade em concentra-se no que faz e os pensamentos ficam inibidos, lentificados, faltam idéias ou demoram a ser compreendidas e assimiladas. Da mesma forma a memória também fica prejudicada. Os pensamentos costumam ser negativos, sempre em torno de morte ou doença. O apetite fica inibido e pode ter perda significativa de peso.
Generalidades
Entre uma fase e outra a pessoa pode ser normal, tendo uma vida como outra pessoa qualquer; outras pessoas podem apresentar leves sintomas entre as fases, não alcançando uma recuperação plena. Há também os pacientes, uma minoria, que não se recuperam, tornando-se incapazes de levar uma vida normal e independente.
A denominação Transtorno Afetivo Bipolar é adequada? Até certo ponto sim, mas o nome supõe que os pacientes tenham duas fases, mas nem sempre isso é observado. Há pacientes que só apresentam fases de mania, de exaltação do humor, e mesmo assim são diagnosticados como bipolares. O termo mania popularmente falando não se aplica a esse transtorno. Mania tecnicamente falando em psiquiatria significa apenas exaltação do humor, estado patológico de alegria e exaltação injustificada.
O transtorno de personalidade, especialmente o borderline pode em alguns momentos se confundir com o transtorno afetivo bipolar. Essa diferenciação é essencial porque a conduta com esses transtornos é bastante diferente.
Qual a causa da doença?
A causa propriamente dita é desconhecida, mas há fatores que influenciam ou que precipitem seu surgimento como parentes que apresentem esse problema, traumas, incidentes ou acontecimentos fortes como mudanças, troca de emprego, fim de casamento, morte de pessoa querida.
Em aproximadamente 80 a 90% dos casos os pacientes apresentam algum parente na família com transtorno bipolar.
Como se trata?
O lítio é a medicação de primeira escolha, mas não é necessariamente a melhor para todos os casos. Freqüentemente é necessário acrescentar os anticonvulsivantes como o tegretol, o trileptal, o depakene, o depakote, o topamax.
Nas fases mais intensas de mania pode se usar de forma temporária os antipsicóticos. Quando há sintomas psicóticos é quase obrigatório o uso de antipsicóticos. Nas depressões resistentes pode-se usar com muita cautela antidepressivos. Há pesquisadores que condenam o uso de antidepressivo para qualquer circunstância nos pacientes bipolares em fase depressiva, por causa do risco da chamada "virada maníaca", que consiste na passagem da depressão diretamente para a exaltação num curto espaço de tempo.
O tratamento com lítio ou algum anticonvulsivante deve ser definitivo, ou seja, está recomendado o uso permanente dessas medicações mesmo quando o paciente está completamente saudável, mesmo depois de anos sem ter problemas. Esta indicação se baseia no fato de que tanto o lítio como os anticonvulsivantes podem prevenir uma fase maníaca poupando assim o paciente de maiores problemas. Infelizmente o uso contínuo não garante ao paciente que ele não terá recaídas, apenas diminui as chances disso acontecer.
Pacientes hipertensos sem boa resposta ao tratamento de primeira linha podem ainda contar com o verapamil, uma medicação muito usada na cardiologia para controle da hipertensão arterial que apresenta efeito anti-maníaco. A grande desvantagem do verapamil é ser incompatível com o uso simultâneo do lítio, além da hipotensão que induz nos pacientes normotensos
Última Atualização: 15-10-2004
Ref. Bibliograf: Liv 01 Liv 19 Liv 03 Liv 17 Liv 13 Psychiatry Research 2001; 103: 229-235
Age of Onset of Bipolar II Derpessive Mixed State
Franco Benazzi
sábado, 28 de março de 2009
FOBIA SOCIAL
O que é?
É um medo excessivo de humilhação ou embaraço em vários contextos sociais, como falar, comer, escrever, praticar atividades físicas e esportivas em público, assim como urinar em toalete público ou falar ou aproximar-se de um parceiro em um encontro romântico. O resultado disso é uma importante limitação na vida da pessoa pela evitação dessas situações ou atividades sociais temidas. Também podem ocorrer prejuízos na vida profissional e afetiva do indivíduo.
O que se sente?
A pessoa com fobia social sente medo acentuado e persistente de uma ou mais situações sociais ou de desempenho quando é exposta a pessoas estranhas. Pode haver temor por acabar agindo de forma humilhante e embaraçosa para si próprio.
A exposição à situação social temida causa ansiedade. Ansiedade é caracterizada por sudorese, batimentos rápidos do coração, tremor das mãos, falta de ar, sensação de "frio" na barriga. O indivíduo reconhece que o medo é irracional ou excessivo. As situações sociais e de desempenho temidas são evitadas ou suportadas com intensa ansiedade e sofrimento.
Como se faz o diagnóstico?
O diagnóstico é clínico, ou seja, baseado no relato dos sintomas do paciente. Nenhum exame laboratorial ou de imagem é utilizado para o diagnóstico.
Como se trata?
O tratamento deve ser individualizado, dependendo das características e da gravidade dos sintomas que o paciente apresenta. O tratamento atual baseia-se no emprego de medicações antidepressivas combinadas com psicoterapia, de orientação analítica ou cognitivo-comportamental.
O que é?
É um medo excessivo de humilhação ou embaraço em vários contextos sociais, como falar, comer, escrever, praticar atividades físicas e esportivas em público, assim como urinar em toalete público ou falar ou aproximar-se de um parceiro em um encontro romântico. O resultado disso é uma importante limitação na vida da pessoa pela evitação dessas situações ou atividades sociais temidas. Também podem ocorrer prejuízos na vida profissional e afetiva do indivíduo.
O que se sente?
A pessoa com fobia social sente medo acentuado e persistente de uma ou mais situações sociais ou de desempenho quando é exposta a pessoas estranhas. Pode haver temor por acabar agindo de forma humilhante e embaraçosa para si próprio.
A exposição à situação social temida causa ansiedade. Ansiedade é caracterizada por sudorese, batimentos rápidos do coração, tremor das mãos, falta de ar, sensação de "frio" na barriga. O indivíduo reconhece que o medo é irracional ou excessivo. As situações sociais e de desempenho temidas são evitadas ou suportadas com intensa ansiedade e sofrimento.
Como se faz o diagnóstico?
O diagnóstico é clínico, ou seja, baseado no relato dos sintomas do paciente. Nenhum exame laboratorial ou de imagem é utilizado para o diagnóstico.
Como se trata?
O tratamento deve ser individualizado, dependendo das características e da gravidade dos sintomas que o paciente apresenta. O tratamento atual baseia-se no emprego de medicações antidepressivas combinadas com psicoterapia, de orientação analítica ou cognitivo-comportamental.
transtorno Obsessivo Compulsivo
TRANSTORNO OBSESSIVO-COMPULSIVO
O que é?
É uma doença em que o indivíduo apresenta obsessões e compulsões, ou seja, sofre de idéias e/ou comportamentos que podem parecer absurdas ou ridículas para a própria pessoa e para os outros e mesmo assim são incontroláveis, repetitivas e persistentes. A pessoa é dominada por pensamentos desagradáveis de natureza sexual, agressiva entre outros que são difíceis de se afastar de sua mente, parecem sem sentido e são aliviados temporariamente por determinados comportamentos.
As obsessões não são meras preocupações excessivas com problemas da vida real.
Compulsão é um comportamento consciente e repetitivo, como contar, verificar ou evitar um pensamento que serve para anular uma obsessão. Acomete 2 a 3% da população geral. A idade média de início costuma ser por volta dos 20 anos e acomete tanto homens como mulheres. Depressão Maior e Fobia Social podem acometer os pacientes com Transtorno Obsessivo-Compulsivo ao longo da vida.
O que se sente?
Freqüentemente as pessoas acometidas por este transtorno escondem de amigos e familiares essas idéias e comportamentos, tanto por vergonha quanto por terem noção do absurdo das exigências auto-impostas. Muitas vezes desconhecem que esses problemas fazem parte de um quadro psiquiátrico tratável e cada vez mais responsivo à medicamentos específicos e à psicoterapia. As obsessões tendem a aumentar a ansiedade da pessoa ao passo que a execução de compulsões a reduz. Porém, se uma pessoa resiste a realizacão de uma compulsão ou é impedida de fazê-la surge intensa ansiedade. A pessoa percebe que a obsessão é irracional e a reconhece como um produto de sua mente, experimentando tanto a obsessão quanto a compulsão como algo fora de seu controle e desejo, o que causa muito sofrimento. Pode ser um problema incapacitante porque as obsessões podem consumir tempo (muitas horas do dia) e interferirem significativamente na rotina normal do indivíduo, no seu trabalho, em atividades sociais ou relacionamentos com amigos e familiares.
Como se faz o diagnóstico?
O diagnóstico é clínico, ou seja, baseado nos sintomas do paciente. Nenhum exame laboratorial ou de imagem é utilizado para o diagnóstico.
Como se trata?
O tratamento deve ser individualizado, dependendo das características e da gravidade dos sintomas que o paciente apresenta. Em linhas gerais, contudo, utiliza-se a psicoterapia de orientação dinâmica ou cognitivo-comportamental associada com tratamento farmacológico (antidepressivos) em doses bem elevadas.
O que é?
É uma doença em que o indivíduo apresenta obsessões e compulsões, ou seja, sofre de idéias e/ou comportamentos que podem parecer absurdas ou ridículas para a própria pessoa e para os outros e mesmo assim são incontroláveis, repetitivas e persistentes. A pessoa é dominada por pensamentos desagradáveis de natureza sexual, agressiva entre outros que são difíceis de se afastar de sua mente, parecem sem sentido e são aliviados temporariamente por determinados comportamentos.
As obsessões não são meras preocupações excessivas com problemas da vida real.
Compulsão é um comportamento consciente e repetitivo, como contar, verificar ou evitar um pensamento que serve para anular uma obsessão. Acomete 2 a 3% da população geral. A idade média de início costuma ser por volta dos 20 anos e acomete tanto homens como mulheres. Depressão Maior e Fobia Social podem acometer os pacientes com Transtorno Obsessivo-Compulsivo ao longo da vida.
O que se sente?
Freqüentemente as pessoas acometidas por este transtorno escondem de amigos e familiares essas idéias e comportamentos, tanto por vergonha quanto por terem noção do absurdo das exigências auto-impostas. Muitas vezes desconhecem que esses problemas fazem parte de um quadro psiquiátrico tratável e cada vez mais responsivo à medicamentos específicos e à psicoterapia. As obsessões tendem a aumentar a ansiedade da pessoa ao passo que a execução de compulsões a reduz. Porém, se uma pessoa resiste a realizacão de uma compulsão ou é impedida de fazê-la surge intensa ansiedade. A pessoa percebe que a obsessão é irracional e a reconhece como um produto de sua mente, experimentando tanto a obsessão quanto a compulsão como algo fora de seu controle e desejo, o que causa muito sofrimento. Pode ser um problema incapacitante porque as obsessões podem consumir tempo (muitas horas do dia) e interferirem significativamente na rotina normal do indivíduo, no seu trabalho, em atividades sociais ou relacionamentos com amigos e familiares.
Como se faz o diagnóstico?
O diagnóstico é clínico, ou seja, baseado nos sintomas do paciente. Nenhum exame laboratorial ou de imagem é utilizado para o diagnóstico.
Como se trata?
O tratamento deve ser individualizado, dependendo das características e da gravidade dos sintomas que o paciente apresenta. Em linhas gerais, contudo, utiliza-se a psicoterapia de orientação dinâmica ou cognitivo-comportamental associada com tratamento farmacológico (antidepressivos) em doses bem elevadas.
Outono
POEMETO DO OUTONO
Neste caminho de sombras
nem sempre é sábado e verão
há dias em que amanheço
sem me lembrar da estação.
Depois pergunto pra noite
que é feito da primavera
se veio e foi nem notei
não vi flores na janela.
*´¨)
¸.•´¸.•*... ¸.•*¨)
(¸.•´ (¸.•E eis que chega o outono:
folhas maduras no chão
a nos lembrar que ainda é tempo
de cultivar a emoção.
Basilina Pereira
Neste caminho de sombras
nem sempre é sábado e verão
há dias em que amanheço
sem me lembrar da estação.
Depois pergunto pra noite
que é feito da primavera
se veio e foi nem notei
não vi flores na janela.
*´¨)
¸.•´¸.•*... ¸.•*¨)
(¸.•´ (¸.•E eis que chega o outono:
folhas maduras no chão
a nos lembrar que ainda é tempo
de cultivar a emoção.
Basilina Pereira
sexta-feira, 27 de março de 2009
Boa Imagem
Boa Imagem Pessoal
Construa uma Boa ImagemConstruir uma boa imagem pessoal e profissional é algo que pode demorar anos para acontecer. Por isso, cuidar para a sua manutenção é vital para as relações pessoais e profissionais. Quando nos relacionamos com as pessoas de forma cortês, passamos uma imagem positiva e essa atitude pode, entre outras coisas, evitar diversos problemas profissionais e pessoais. No mundo atual, a etiqueta, quer seja nas relações pessoais ou profissionais requer uma série de atitudes e hábitos que fazem a diferença, podendo levar a pessoa ao sucesso ou ao fracasso.Etiqueta Empresarial é o conjunto de cerimônias usadas no trato entre pessoas e empresas, regidas pela boa educação, bom comportamento, convenções sociais, ética profissional e prescrições oficiais. Por isso, para ser competitivo, é necessário a construção de uma boa imagem profissional, social e pessoal. Isso requer posturas, hábitos adequados, novas competências e atitudes dentro das organizações e fora dela, como em ocasiões de confraternização, participação em eventos e viagens profissionais, entre outros.Cultivar bons hábitos e saber comportar-se pode representar o grande diferencial do profissional nos tempos atuais. É necessário ter em mente que não se deve perder a naturalidade nas relações, o que pode passar uma imagem falsa, artificial. As regras devem ser conhecidas, porém, praticadas de acordo com seu tipo, sua personalidade e o grupo a que pertence. Nunca seja falso, apenas porque disseram que é dessa ou daquela forma que se deve agir. O importante é ser cortês, ter auto-confiança, saber identificar o momento exato para cada gesto ou palavra, e marcar presença em todos os momentos.Em um processo de seleção, mesmo que os candidatos tenham uma capacitação técnica semelhante, alguns pontos são dados para aquele que tenha uma boa apresentação e convivência agradável. Alguns profissionais perdem grandes oportunidades por desconhecerem a melhor forma de conduzirem as relações e comportamentos, seja diante de seus clientes, colegas ou superiores.Muitas vezes temos que conviver com situações inesperadas na empresa onde trabalhamos, como por exemplo, conviver com pessoas as quais não apreciamos, seguir algumas diretrizes com as quais nem sempre concordamos, realizar funções ou termos que agir em determinada situação que acreditamos não ser a melhor naquele momento.Além disso, passamos a maior parte do nosso dia nos relacionando profissionalmente com as pessoas. É necessário fazer desse tempo o melhor possível, buscando conviver de forma harmoniosa e positiva. Ser educado, simpático, acessível e ter jogo de cintura nas relações pode ser uma grande contribuição para chegarmos ao fim do expediente com uma sensação de termos dado o melhor de nós.Se conseguirmos conviver e agir de acordo com a escala de valores de um determinado grupo, fica mais fácil a aceitação e o respeito mútuo. Saber chegar, comportar-se e sair de forma honrosa em qualquer situação é o grande diferencial para quem quer projetar-se no cenário empresarial ou nas relações sociais. Seja você mesmo, mas agrade a todos. Sorria sempre, apresente-se bem, seja educado, prestativo e aumente sua rede de relações, participando de todos os eventos deixando uma imagem positiva entre todos os presentes. Deixe sua imagem impressa na mente de todos e verá sua estrela brilhar sempre!Construir uma boa imagem pessoal e profissional é algo que pode demorar anos para acontecer. Por isso, cuidar para a sua manutenção é vital para as relações pessoais e profissionais. Quando nos relacionamos com as pessoas de forma cortês, passamos uma imagem positiva e essa atitude pode, entre outras coisas, evitar diversos problemas profissionais e pessoais. No mundo atual, a etiqueta, quer seja nas relações pessoais ou profissionais requer uma série de atitudes e hábitos que fazem a diferença, podendo levar a pessoa ao sucesso ou ao fracasso.Etiqueta Empresarial é o conjunto de cerimônias usadas no trato entre pessoas e empresas, regidas pela boa educação, bom comportamento, convenções sociais, ética profissional e prescrições oficiais. Por isso, para ser competitivo, é necessário a construção de uma boa imagem profissional, social e pessoal. Isso requer posturas, hábitos adequados, novas competências e atitudes dentro das organizações e fora dela, como em ocasiões de confraternização, participação em eventos e viagens profissionais, entre outros.Cultivar bons hábitos e saber comportar-se pode representar o grande diferencial do profissional nos tempos atuais. É necessário ter em mente que não se deve perder a naturalidade nas relações, o que pode passar uma imagem falsa, artificial. As regras devem ser conhecidas, porém, praticadas de acordo com seu tipo, sua personalidade e o grupo a que pertence. Nunca seja falso, apenas porque disseram que é dessa ou daquela forma que se deve agir. O importante é ser cortês, ter auto-confiança, saber identificar o momento exato para cada gesto ou palavra, e marcar presença em todos os momentos.Em um processo de seleção, mesmo que os candidatos tenham uma capacitação técnica semelhante, alguns pontos são dados para aquele que tenha uma boa apresentação e convivência agradável. Alguns profissionais perdem grandes oportunidades por desconhecerem a melhor forma de conduzirem as relações e comportamentos, seja diante de seus clientes, colegas ou superiores.Muitas vezes temos que conviver com situações inesperadas na empresa onde trabalhamos, como por exemplo, conviver com pessoas as quais não apreciamos, seguir algumas diretrizes com as quais nem sempre concordamos, realizar funções ou termos que agir em determinada situação que acreditamos não ser a melhor naquele momento.Além disso, passamos a maior parte do nosso dia nos relacionando profissionalmente com as pessoas. É necessário fazer desse tempo o melhor possível, buscando conviver de forma harmoniosa e positiva. Ser educado, simpático, acessível e ter jogo de cintura nas relações pode ser uma grande contribuição para chegarmos ao fim do expediente com uma sensação de termos dado o melhor de nós.Se conseguirmos conviver e agir de acordo com a escala de valores de um determinado grupo, fica mais fácil a aceitação e o respeito mútuo. Saber chegar, comportar-se e sair de forma honrosa em qualquer situação é o grande diferencial para quem quer projetar-se no cenário empresarial ou nas relações sociais. Seja você mesmo, mas agrade a todos. Sorria sempre, apresente-se bem, seja educado, prestativo e aumente sua rede de relações, participando de todos os eventos deixando uma imagem positiva entre todos os presentes. Deixe sua imagem impressa na mente de todos e verá sua estrela brilhar sempre!
Comportamento Social e Etiqueta Profissional
É curioso como ultimamente as empresas tem se preocupado com a formação ética e social dos seus colaboradores. Isto denota que há algo de "podre" no reino das organizações brasileiras. Tem surgido uma demanda muito significativa para formação e desenvolvi
É curioso como ultimamente as empresas tem se preocupado com a formação ética e social dos seus colaboradores. Isto denota que há algo de "podre" no reino das organizações brasileiras. Tem surgido uma demanda muito significativa para formação e desenvolvimento da postura social e etiqueta profissional. Será que nossos funcionários desaprenderam sobre convívio social e boas maneiras no trato profissional? Parece que sim! Com o crescente nível de exigências de conhecimento técnico para o preenchimento das ofertas de trabalho, algumas vezes os profissionais de RH e as próprias chefias esquecem-se do fundamental: o ser humano. Dominar determinada área técnica não é mais o único fator relevante para o sucesso profissional. Daniel Goleman e muitos outros consultores que estudam o comportamento social nas organizações modernas alertam sobre a importância de utilizarmos corretamente nossa inteligência emocional, ou seja, tirarmos o melhor proveito de nossa capacidade de relacionar-se com as pessoas. Saber como se portar em uma reunião, em um almoço de negócios, em um coquetel, ou mesmo no dia-a-dia da empresa tornou-se fundamental para o futuro da carreira dos jovens e experientes profissionais. A seguir relaciono três práticas de etiqueta profissional e comportamento social que, muitas vezes esquecidas ou não exercitadas por nós, podem causar situações embaraçosas ou até mesmo prejudicar o futuro profissional.Cuide, em primeiro lugar, de si mesmo, da sua apresentação pessoal. Invista na sua imagem e na auto-imagem. Valorize-se! Existem pessoas que marcam sua existência pela elegância, outras pela total falta de bom senso na hora de se vestir e se portar. Portanto, quando for trabalhar deixe em casa as roupas coloridas, transparentes e decotadas, as saias justas, as bijuterias grandes e pesadas, os saltos muito finos e altos, as gravatas de bichinhos, aquele terno pink, o sapato velho e desgastado. Lembre-se do famoso ditado que diz: "a primeira impressão é a que fica". Reflita sobre a imagem que quer transmitir para as outras pessoas e o que tem feito para isto. Peça a seus amigos um feedback sincero sobre sua apresentação pessoal. Vale aqui uma ressalva de que apresentação pessoal não tem a ver com beleza, raça ou tipo físico.Outro fator que está diretamente relacionado com sua imagem é a comunicação. De nada adianta estar muito bem vestido, andar corretamente, cumprimentar as pessoas adequadamente se na hora de expor suas idéias, ou participar de uma reunião, só ouve-se erros de concordância verbal, gírias, piadinhas de mau gosto, interrupções constantes para contar vantagem, etc. Ouça mais as pessoas e exercite sua comunicação. Leia mais, participe de cursos, escreva com freqüência, pratique, pratique, pratique!Evite fofocas. Conheça a história do funcionário que foi transferido de projeto. Logo no primeiro dia, para fazer média com o chefe, saiu-se com esta: - Chefe, o senhor nem imagina o que me contaram a respeito do Silva. Disseram que ele... Nem chegou a terminar a frase, o chefe aparteou: - Espere um pouco, Olavo. O que vai me contar já passou pelo crivo das três peneiras? - Peneiras? Que peneiras, chefe? - A primeira, Olavo, é a da VERDADE. Você tem certeza de que esse fato é absolutamente verdadeiro? - Não. Não tenho não. Como posso saber? O que sei foi o que me contaram – completou.- Então sua história já vazou a primeira peneira. Vamos então para a segunda peneira que é a da BONDADE. O que você vai me contar, gostaria que os outros também dissessem a seu respeito? – o chefe questionou. - Claro que não! Nem pensar, Chefe. - Então, sua historia vazou a segunda peneira. Vamos ver a terceira peneira que é a UTILIDADE. Você acha mesmo necessário me contar esse fato ou mesmo passá-lo adiante? - Não, chefe. Passando pelo crivo dessas peneiras, vi que não sobrou nada do que iria contar - fala Olavo, surpreendido. - Pois é, Olavo. Já pensou como as pessoas seriam mais felizes se todos usassem essas peneiras? - diz o chefe sorrindo e continua: - Da próxima vez em que surgir um boato por ai, submeta-o ao crivo dessas três peneiras: VERDADE, BONDADE, UTILIDADE, antes de obedecer ao impulso de passá-lo adiante. Na vida representamos diversos papéis: de filho-filha, de pai-mãe, de empregado-patrão, etc. Em cada um deles devemos ter o bom senso de nos adequarmos conforme as normas e regras existentes. Para este conjunto de normas e regras é dado o nome de sociedade. Uns dizem que as regras foram feitas para serem quebradas, mas que confuso seria se não as tivéssemos para nos orientar? Rogério Martinsrogerio.martins@personaconsultoria.com.br Graduado em Psicologia e possui Pós-Graduação em Recursos Humanos e Psicodrama
É curioso como ultimamente as empresas tem se preocupado com a formação ética e social dos seus colaboradores. Isto denota que há algo de "podre" no reino das organizações brasileiras. Tem surgido uma demanda muito significativa para formação e desenvolvimento da postura social e etiqueta profissional. Será que nossos funcionários desaprenderam sobre convívio social e boas maneiras no trato profissional? Parece que sim! Com o crescente nível de exigências de conhecimento técnico para o preenchimento das ofertas de trabalho, algumas vezes os profissionais de RH e as próprias chefias esquecem-se do fundamental: o ser humano. Dominar determinada área técnica não é mais o único fator relevante para o sucesso profissional. Daniel Goleman e muitos outros consultores que estudam o comportamento social nas organizações modernas alertam sobre a importância de utilizarmos corretamente nossa inteligência emocional, ou seja, tirarmos o melhor proveito de nossa capacidade de relacionar-se com as pessoas. Saber como se portar em uma reunião, em um almoço de negócios, em um coquetel, ou mesmo no dia-a-dia da empresa tornou-se fundamental para o futuro da carreira dos jovens e experientes profissionais. A seguir relaciono três práticas de etiqueta profissional e comportamento social que, muitas vezes esquecidas ou não exercitadas por nós, podem causar situações embaraçosas ou até mesmo prejudicar o futuro profissional.Cuide, em primeiro lugar, de si mesmo, da sua apresentação pessoal. Invista na sua imagem e na auto-imagem. Valorize-se! Existem pessoas que marcam sua existência pela elegância, outras pela total falta de bom senso na hora de se vestir e se portar. Portanto, quando for trabalhar deixe em casa as roupas coloridas, transparentes e decotadas, as saias justas, as bijuterias grandes e pesadas, os saltos muito finos e altos, as gravatas de bichinhos, aquele terno pink, o sapato velho e desgastado. Lembre-se do famoso ditado que diz: "a primeira impressão é a que fica". Reflita sobre a imagem que quer transmitir para as outras pessoas e o que tem feito para isto. Peça a seus amigos um feedback sincero sobre sua apresentação pessoal. Vale aqui uma ressalva de que apresentação pessoal não tem a ver com beleza, raça ou tipo físico.Outro fator que está diretamente relacionado com sua imagem é a comunicação. De nada adianta estar muito bem vestido, andar corretamente, cumprimentar as pessoas adequadamente se na hora de expor suas idéias, ou participar de uma reunião, só ouve-se erros de concordância verbal, gírias, piadinhas de mau gosto, interrupções constantes para contar vantagem, etc. Ouça mais as pessoas e exercite sua comunicação. Leia mais, participe de cursos, escreva com freqüência, pratique, pratique, pratique!Evite fofocas. Conheça a história do funcionário que foi transferido de projeto. Logo no primeiro dia, para fazer média com o chefe, saiu-se com esta: - Chefe, o senhor nem imagina o que me contaram a respeito do Silva. Disseram que ele... Nem chegou a terminar a frase, o chefe aparteou: - Espere um pouco, Olavo. O que vai me contar já passou pelo crivo das três peneiras? - Peneiras? Que peneiras, chefe? - A primeira, Olavo, é a da VERDADE. Você tem certeza de que esse fato é absolutamente verdadeiro? - Não. Não tenho não. Como posso saber? O que sei foi o que me contaram – completou.- Então sua história já vazou a primeira peneira. Vamos então para a segunda peneira que é a da BONDADE. O que você vai me contar, gostaria que os outros também dissessem a seu respeito? – o chefe questionou. - Claro que não! Nem pensar, Chefe. - Então, sua historia vazou a segunda peneira. Vamos ver a terceira peneira que é a UTILIDADE. Você acha mesmo necessário me contar esse fato ou mesmo passá-lo adiante? - Não, chefe. Passando pelo crivo dessas peneiras, vi que não sobrou nada do que iria contar - fala Olavo, surpreendido. - Pois é, Olavo. Já pensou como as pessoas seriam mais felizes se todos usassem essas peneiras? - diz o chefe sorrindo e continua: - Da próxima vez em que surgir um boato por ai, submeta-o ao crivo dessas três peneiras: VERDADE, BONDADE, UTILIDADE, antes de obedecer ao impulso de passá-lo adiante. Na vida representamos diversos papéis: de filho-filha, de pai-mãe, de empregado-patrão, etc. Em cada um deles devemos ter o bom senso de nos adequarmos conforme as normas e regras existentes. Para este conjunto de normas e regras é dado o nome de sociedade. Uns dizem que as regras foram feitas para serem quebradas, mas que confuso seria se não as tivéssemos para nos orientar? Rogério Martinsrogerio.martins@personaconsultoria.com.br Graduado em Psicologia e possui Pós-Graduação em Recursos Humanos e Psicodrama
ética Social
ESTE ARTIGO DE OPINIÃO SAIU NO JORNAL QUOTIDIANO DE PONTA DELGADA, DIÁRIO DOS AÇORES, NO PASSADO DIA 2007.03.18A exigência ética primordial no mundo de hoje
é a recomposição das relações humanas
em todos os âmbitos da vida social:
das relações familiares até as relações entre os Estados e os povos.
Buscar e realizar novos “modos” de relações,
que correspondam a novas formas éticas e jurídicas,
garantindo a justiça em todos os relacionamentos
para o bem dos indivíduos e da sociedade,
é o objectivo ideal almejado pelos
juristas, advogados, professores e estudantes,
empenhados no mundo do direito e da justiça.
Esta semana pretendo analisar um tema que a todos diz respeito: ética social, direito e justiça. Como alcançar este desiderato? Conquista-se pela vida e com acções de todos aqueles que estão no campo da ética social, do direito, da justiça e da administração pública. As experiências vitais, o confronto e o intercâmbio, entre todos, permitem identificar novos modos de actuação nos vários âmbitos e de realização das funções correspondentes na defesa das pessoas e da colectividade.
Por todo o mundo foram constituídos, para esta finalidade, “grupos” de agentes (Professores de Ética e de Direito, Magistrados e Advogados, funcionários do aparelho judicial e agentes penitenciários, etc.), que promovem encontros com a participação e o envolvimento, sem excluir ninguém, de todos aqueles que, actuando no mesmo âmbito, desejam comprometer-se para o bem do Homem e da Sociedade.
Como se alcançam este propósitos? Atingem-se mediante a realização de congressos, e principalmente por meio do empenho pessoal e colectivo em exercer as funções públicas com honestidade e transparência, em oposição ao fenómeno da corrupção, instaurando formas correctas de gestão pública:
educação à legalidade: actividades formativas e informativas nas escolas e na sociedade, valorizando a contribuição de experiências e de testemunhos dos agentes da justiça e da administração;
Ordem jurídica e administração da Justiça: por meio do empenho dos diversos agentes em vivificar, com o espírito do Movimento dos Focolares, a própria actividade em favor de uma eficaz administração da Justiça que responda à necessidade de defesa dos indivíduos e da colectividade: estudos, pesquisas e congressos para a renovação do direito e da justiça;
Prevenção e recuperação social: acções internas nos estabelecimentos prisionais para a reabilitação humana e social dos detidos e para melhorar o funcionamento do sistema prisional. Exemplos disso já ocorreram na Itália, na Nigéria, na República dos Camarões, na Espanha e em muitos outros países, em vários momentos de encontro entre agentes penitenciários, com a presença de voluntários e de psicólogos, de agentes de vigilância e de magistrados, de ex-detidos e de sacerdotes capelões, de directores de prisões e de advogados;
Protecção e promoção dos direitos humanos: participação e colaboração com os Organismos Internacionais (ONU e ONG’s) que têm este objectivo, para o estudo dos relativos problemas e para a promoção de iniciativas concretas.
A experiência desenvolvida neste sector levou à constituição do grupo internacional "Comunhão e Direito", cujo objectivo é o aprofundamento doutrinal e o diálogo com as instituições e o mundo académico na área da cultura jurídica.
(Fonte: http://www.focolare.org )
é a recomposição das relações humanas
em todos os âmbitos da vida social:
das relações familiares até as relações entre os Estados e os povos.
Buscar e realizar novos “modos” de relações,
que correspondam a novas formas éticas e jurídicas,
garantindo a justiça em todos os relacionamentos
para o bem dos indivíduos e da sociedade,
é o objectivo ideal almejado pelos
juristas, advogados, professores e estudantes,
empenhados no mundo do direito e da justiça.
Esta semana pretendo analisar um tema que a todos diz respeito: ética social, direito e justiça. Como alcançar este desiderato? Conquista-se pela vida e com acções de todos aqueles que estão no campo da ética social, do direito, da justiça e da administração pública. As experiências vitais, o confronto e o intercâmbio, entre todos, permitem identificar novos modos de actuação nos vários âmbitos e de realização das funções correspondentes na defesa das pessoas e da colectividade.
Por todo o mundo foram constituídos, para esta finalidade, “grupos” de agentes (Professores de Ética e de Direito, Magistrados e Advogados, funcionários do aparelho judicial e agentes penitenciários, etc.), que promovem encontros com a participação e o envolvimento, sem excluir ninguém, de todos aqueles que, actuando no mesmo âmbito, desejam comprometer-se para o bem do Homem e da Sociedade.
Como se alcançam este propósitos? Atingem-se mediante a realização de congressos, e principalmente por meio do empenho pessoal e colectivo em exercer as funções públicas com honestidade e transparência, em oposição ao fenómeno da corrupção, instaurando formas correctas de gestão pública:
educação à legalidade: actividades formativas e informativas nas escolas e na sociedade, valorizando a contribuição de experiências e de testemunhos dos agentes da justiça e da administração;
Ordem jurídica e administração da Justiça: por meio do empenho dos diversos agentes em vivificar, com o espírito do Movimento dos Focolares, a própria actividade em favor de uma eficaz administração da Justiça que responda à necessidade de defesa dos indivíduos e da colectividade: estudos, pesquisas e congressos para a renovação do direito e da justiça;
Prevenção e recuperação social: acções internas nos estabelecimentos prisionais para a reabilitação humana e social dos detidos e para melhorar o funcionamento do sistema prisional. Exemplos disso já ocorreram na Itália, na Nigéria, na República dos Camarões, na Espanha e em muitos outros países, em vários momentos de encontro entre agentes penitenciários, com a presença de voluntários e de psicólogos, de agentes de vigilância e de magistrados, de ex-detidos e de sacerdotes capelões, de directores de prisões e de advogados;
Protecção e promoção dos direitos humanos: participação e colaboração com os Organismos Internacionais (ONU e ONG’s) que têm este objectivo, para o estudo dos relativos problemas e para a promoção de iniciativas concretas.
A experiência desenvolvida neste sector levou à constituição do grupo internacional "Comunhão e Direito", cujo objectivo é o aprofundamento doutrinal e o diálogo com as instituições e o mundo académico na área da cultura jurídica.
(Fonte: http://www.focolare.org )
Considerações Gerais - Etiqueta
Etiqueta Social: É nesse novo cenário que ressurge a etiqueta social, contribuindo efetiva e eficazmente nas relações de trabalho do profissional da área de secretariado, uma vez que suas atividades diárias estão intimamente ligadas às pessoas, necessitando, assim, de aprimoramento constante para saber lidar com gente, descobrindo tão importante quanto a iniciativa, a motivação para aprender a capacidade técnica e específica também são as peculiaridades humanas como as habilidades sociais e a capacidade de comunicação.
Medeiros e Hernandes (2003) ressaltam que a essência da profissão não se resume ao desempenho de tarefas rotineiras de escritório, mas exige também o domínio de determinados conhecimentos e habilidades, particularmente os relativos a finanças, economia, marketing, administração, entre outros, mas essencialmente nas relações humanas no trabalho.
Cabe-nos ressaltar, ainda, que o profissional da área de secretariado deve assumir uma nova postura quanto ao relacionamento no trabalho que deve estar balizado na ética da diversidade que se traduz em:
· Respeito pelo outro em todas as suas diferenças.
· Solidariedade para com o outro na satisfação de suas necessidades de sobrevivência.
· Cooperação com o outro na preservação e inovação do patrimônio organizacional.
Atento a esta nova realidade é necessário que o profissional de secretariado invista, sobretudo, em sua humanização através do autoconhecimento e conhecimento do próximo e assim aprenda a fantástica arte de lidar com gente, respeitando sua equipe de trabalho, seus cliente internos e externos e, conseqüentemente, contribuindo com um novo olhar, uma nova forma de pensar e agir dos profissionais de outras áreas.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Em face ao anteriormente exposto e tendo em vista a pesquisa bibliográfica, concluímos ser a etiqueta social um elemento imprescindível ao bom convívio humano, destacando-se pela maneira sutil como conduz o homem a se relacionar com o seu próximo, tendo sempre à frente o respeito e o bom senso.
Deve-se acrescentar que as regras que regem a etiqueta social devem ser uma preocupação de cada ser humano e não só dos especialistas da área. As pessoas precisam conscientizar-se de que o relacionamento humano necessita, urgentemente, de cuidados especiais, a fim de que o cenário futuro seja norteado de respeito e amor. Para tanto, essas mesmas pessoas devem querer, como objetivo de vida, aprender e praticar tais regras com o propósito de serem bem-educadas, corteses e sociáveis ao mesmo tempo em que mantêm uma atitude positiva, simpática e natural. Aliás, jamais seremos verdadeiramente polidos se não conseguirmos ser simples, naturais e amáveis para com os outros. As pessoas mais encantadoras são aquelas que parecem príncipes entre os príncipes e pobres entre os pobres.
A etiqueta é uma conquista da civilização. Por isso, é um traço cultural vivo que palpita com a mudança dos tempos.
Medeiros e Hernandes (2003) ressaltam que a essência da profissão não se resume ao desempenho de tarefas rotineiras de escritório, mas exige também o domínio de determinados conhecimentos e habilidades, particularmente os relativos a finanças, economia, marketing, administração, entre outros, mas essencialmente nas relações humanas no trabalho.
Cabe-nos ressaltar, ainda, que o profissional da área de secretariado deve assumir uma nova postura quanto ao relacionamento no trabalho que deve estar balizado na ética da diversidade que se traduz em:
· Respeito pelo outro em todas as suas diferenças.
· Solidariedade para com o outro na satisfação de suas necessidades de sobrevivência.
· Cooperação com o outro na preservação e inovação do patrimônio organizacional.
Atento a esta nova realidade é necessário que o profissional de secretariado invista, sobretudo, em sua humanização através do autoconhecimento e conhecimento do próximo e assim aprenda a fantástica arte de lidar com gente, respeitando sua equipe de trabalho, seus cliente internos e externos e, conseqüentemente, contribuindo com um novo olhar, uma nova forma de pensar e agir dos profissionais de outras áreas.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Em face ao anteriormente exposto e tendo em vista a pesquisa bibliográfica, concluímos ser a etiqueta social um elemento imprescindível ao bom convívio humano, destacando-se pela maneira sutil como conduz o homem a se relacionar com o seu próximo, tendo sempre à frente o respeito e o bom senso.
Deve-se acrescentar que as regras que regem a etiqueta social devem ser uma preocupação de cada ser humano e não só dos especialistas da área. As pessoas precisam conscientizar-se de que o relacionamento humano necessita, urgentemente, de cuidados especiais, a fim de que o cenário futuro seja norteado de respeito e amor. Para tanto, essas mesmas pessoas devem querer, como objetivo de vida, aprender e praticar tais regras com o propósito de serem bem-educadas, corteses e sociáveis ao mesmo tempo em que mantêm uma atitude positiva, simpática e natural. Aliás, jamais seremos verdadeiramente polidos se não conseguirmos ser simples, naturais e amáveis para com os outros. As pessoas mais encantadoras são aquelas que parecem príncipes entre os príncipes e pobres entre os pobres.
A etiqueta é uma conquista da civilização. Por isso, é um traço cultural vivo que palpita com a mudança dos tempos.
Etiqueta Social
"Pela habilidade de lidar com as pessoas pagarei mais do que por qualquer outra atividade''John Rockefeller
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