CORES e BRILHOS
Mudei as cores da minha vida,
Virei um caleidoscópio do mundo
Na alma busquei no fundo mais brilho
Passeando à noite com as estrelas.
Elas me dizem de ti o que não sei
Estarei a ver-te em meu mundo
Ou se mais uma vez com ti sonhei
Em meus delírios irei mais fundo.
A noite que para mim era escura
Os pirilampos voltaram a brilhar
E andando em um caminho seguro
Já não tenho ânsia de encontrar
É dificil hoje imaginar a minha noite
Sem cores brilho e luar!
Cléa Rocha:2009
sábado, 20 de junho de 2009
quarta-feira, 17 de junho de 2009
Do amigo
PERFIL CONTROLE
ela queria um amor...queria porque queria...um amo
ela queria um amor...queria porque queria...um amor com cheiro de lavanda...o motivo de ser lavanda não sei, mas sei que queria um amor...um amor doce como mel de flor de laranjeira...ela queria um amor, daqueles que dá a mão e sai pra chuva, daqueles de gritar do outro lado da rua que TE AMA...ela queria um amor que lhe desse um sorriso logo pela manhã, e lhe dissesse que é linda logo que abrisse os olhos, e lhe fizesse cócegas a um momento qualquer, sem ter motivos, só para fazê-la menina e fazer sorrir a mulher...ela queria um amor que contemplasse o por-do-sol, que soubesse o nome das estrelas (mesmo que não soubesse...) e que dançasse com ela sob a luz da lua, mesmo que ela soubesse que ele não sabia dançar...ela queria um amor que chorasse sua saudade, que lhe dissesse palavras doces e macias, e lhe preparasse um café pela manhã, lhe cobrisse na cama com os lençóis e com o calor do corpo...eu também queria um amor assim...engraçado, ela que amara tanto, nunca procurara por mim...
ela queria um amor...queria porque queria...um amo
ela queria um amor...queria porque queria...um amor com cheiro de lavanda...o motivo de ser lavanda não sei, mas sei que queria um amor...um amor doce como mel de flor de laranjeira...ela queria um amor, daqueles que dá a mão e sai pra chuva, daqueles de gritar do outro lado da rua que TE AMA...ela queria um amor que lhe desse um sorriso logo pela manhã, e lhe dissesse que é linda logo que abrisse os olhos, e lhe fizesse cócegas a um momento qualquer, sem ter motivos, só para fazê-la menina e fazer sorrir a mulher...ela queria um amor que contemplasse o por-do-sol, que soubesse o nome das estrelas (mesmo que não soubesse...) e que dançasse com ela sob a luz da lua, mesmo que ela soubesse que ele não sabia dançar...ela queria um amor que chorasse sua saudade, que lhe dissesse palavras doces e macias, e lhe preparasse um café pela manhã, lhe cobrisse na cama com os lençóis e com o calor do corpo...eu também queria um amor assim...engraçado, ela que amara tanto, nunca procurara por mim...
terça-feira, 16 de junho de 2009
Maria José
Olhando as estrelas
O céu está escuro,
Há uma estrela,
Há infinitas estrelas.
Olho-as e vejo que a noite chegou,
Que mais uma noite chegou!
Que o dia se foi,
Que mais um dia se foi
E mais uma vez aqui me encontro...
Já se foram dias e noites
E eu ainda me encontro naquela noite,
Naquela noite em que...,
E foram-se as alegrias.
Sob as estrelas brilhantes,
Sob o céu escuro
Há uma estrelinha magoada, deprimida.
Há uma estrelinha quase morta
Que agora chora.
M@ José
O céu está escuro,
Há uma estrela,
Há infinitas estrelas.
Olho-as e vejo que a noite chegou,
Que mais uma noite chegou!
Que o dia se foi,
Que mais um dia se foi
E mais uma vez aqui me encontro...
Já se foram dias e noites
E eu ainda me encontro naquela noite,
Naquela noite em que...,
E foram-se as alegrias.
Sob as estrelas brilhantes,
Sob o céu escuro
Há uma estrelinha magoada, deprimida.
Há uma estrelinha quase morta
Que agora chora.
M@ José
Homenagem a uma amiga ROSANE
Desabafo
.
Hoje, bem mais que ontem,
A sua falta fere minh’alma.
A saudade machuca meu corpo,
E o vazio que você deixou, é ainda maior!
Impossível entender a instantânea ausência a que você nos expõe!
Um simples “delete”...e tudo acabou!
Como se uma borracha pudesse apagar o teu sorriso do meu olhar!
Como se outro perfume, pudesse mascarar o teu cheiro;
E outro calor pudesse aquecer-me;
Ou outros braços pudessem confortar-me!
Inútil!
Não há calor em outro olhar;
Nem aconchego em outro corpo.
Não há doce em outro cheiro,
Nem magia em outro beijo;
Não há luz em outro sorriso,
Nem prazer em outro leito...
Inútil!
Não há reflexo além do espelho!
Além da curva da estrada, só há saudade!
(Rosane Oliveira)
.
Hoje, bem mais que ontem,
A sua falta fere minh’alma.
A saudade machuca meu corpo,
E o vazio que você deixou, é ainda maior!
Impossível entender a instantânea ausência a que você nos expõe!
Um simples “delete”...e tudo acabou!
Como se uma borracha pudesse apagar o teu sorriso do meu olhar!
Como se outro perfume, pudesse mascarar o teu cheiro;
E outro calor pudesse aquecer-me;
Ou outros braços pudessem confortar-me!
Inútil!
Não há calor em outro olhar;
Nem aconchego em outro corpo.
Não há doce em outro cheiro,
Nem magia em outro beijo;
Não há luz em outro sorriso,
Nem prazer em outro leito...
Inútil!
Não há reflexo além do espelho!
Além da curva da estrada, só há saudade!
(Rosane Oliveira)
domingo, 14 de junho de 2009
Poesia do Perfil Controle
PERFIL CONTROLE:
[i][purple]
quando a vi, pela primeira de todas as vezes que sempre me parecerão a primeira, era arredia...tinha medos que fora guardando, que fora colecionando...eu não sabia porquê...tinha olhos de passarinha, curiosos, mas que não focavam em mim...arredia, asas fechadas mas prontas para fugir..quando eu a conheci, vi um pouco daquela luz que a inocência preserva, aquela luz capaz de iluminar um rosto inocente, mas machucado com as sombras de noites de lágrimas..achei que se ela chorasse, as lágrimas seriam assim meio lilases, pois seriam águas misturadas de sentimentos diversos, aqueles sentimentos que ela guardava como relíquias, aquelas tristezas que ela fora curtindo, como quem guarda algo de muito valor...ela tinha asas de passarinha, mas olhos curiosos, não ousava voar, se eu chegasse perto, ela se afastava, mas só esboçava voar...não voava, não sei se por não saber mais voar, ou por medo de enfrentar azuis sem fim...tinha medo das estrelas perdidas na vastidão, mas seu verdadeiro medo...era de amar!
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quando a vi, pela primeira de todas as vezes que sempre me parecerão a primeira, era arredia...tinha medos que fora guardando, que fora colecionando...eu não sabia porquê...tinha olhos de passarinha, curiosos, mas que não focavam em mim...arredia, asas fechadas mas prontas para fugir..quando eu a conheci, vi um pouco daquela luz que a inocência preserva, aquela luz capaz de iluminar um rosto inocente, mas machucado com as sombras de noites de lágrimas..achei que se ela chorasse, as lágrimas seriam assim meio lilases, pois seriam águas misturadas de sentimentos diversos, aqueles sentimentos que ela guardava como relíquias, aquelas tristezas que ela fora curtindo, como quem guarda algo de muito valor...ela tinha asas de passarinha, mas olhos curiosos, não ousava voar, se eu chegasse perto, ela se afastava, mas só esboçava voar...não voava, não sei se por não saber mais voar, ou por medo de enfrentar azuis sem fim...tinha medo das estrelas perdidas na vastidão, mas seu verdadeiro medo...era de amar!
terça-feira, 9 de junho de 2009
sexta-feira, 22 de maio de 2009
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